Menopausa – Porquê não tratar?


Publicado por  Dr. Roberto Franco do Amaral Neto em   24/09/2012


Há quatro décadas quando a expectativa de vida alcançava meros 60 anos, falar em menopausa era como anunciar o prenúncio da velhice e a proximidade ao término da existência.
Nos dias atuais, é IMPENSÁVEL qualquer similaridade, sendo um dos maiores problemas de saúde pública.
Mulheres que cuidam da sua saúde se alimentando adequadamente, praticando atividades físicas, não fumando, gerenciando o estresse e indo a médicos regularmente provavelmente viverão por muito tempo em menopausa e isso pode afetar diretamente a qualidade de vida destas mulheres além aumentar a chance de inúmeras doenças relacionadas a esta deficiência hormonal

Significado da palavra Menopausa:

Palavra criada em 1816 para designar as interrupções das menstruações que ocorre em consequência da falência ovariana fisiológica.
Pode ser determinada cronologicamente pela ausência de menstruação por pelo menos 1 ano.
Climatério (do grego Klimakter) = ponto CRÍTICO DA VIDA: é o período imediatamente antes da menopausa e os anos posteriores.

Realidade Brasileira:

  • Mais de 45 milhões de mulheres no climatério.
  • Mas de 22 milhões de mulheres na menopausa.
  • Menos de 10% fazes reposição hormonal.
  • 80% abandonam o tratamento em 6 meses.

CONTRA INDICAÇÕES NO TRATAMENTO: (1)

  • Câncer de mama e endométrio ativo
  • Câncer de mama tratado a menos de 5 anos (pacientes curadas a mais de 5 anos e sem sinal de metástases podem ser tratadas)
  • Sangramento uterino de causa não dignosticada.
  • Doença hepática aguda e severa.
  • Doença tromboembólica aguda.
  • Cãncer hormônio dependente em atividade.
  • Pacientes que tiveram cancer de endométrio estágio 1 e foram histerectomizadas ( retirado do útero) podem ser tratadas.
  • História familiar de câncer de mama não contra indica tratamento.Em um estudo norte americano a taxa de mortalidade foi menor nas pacientes que tinham histórico familiar de cancer de mama e fizeram terapia de reposição hormonal
(1) TEXTOS RETIRADO DOS LIVROS – ENDOCRINOLOGIA- GUIAS DE MEDICINA AMBULATORIAL E HOSPITALAR DA UNIFESP – EPM – PRIMEIRA EDIÇÃO – 2009 , página 295; ENDOCRINOLOGIA CLÍNICA -LÚCIO VILAR – QUARTA EDIÇÃ- PÁGIBA 577
Uma brilhante conclusão: se 67 milhões de mulheres estão no climatério – menopausa e apenas 10 % está sob tratamento , quase 60 milhões estão sem tratamento, concordam?
Será que temos então, 60 milhões de mulheres com as contra indicações citadas acima? Tenho certeza que não.
Portanto, porquê não tratar???
Um pouco de fisiologia:
A partir da puberdade a orquestra ovariana feminina é regida por dois hormônios da hipófise, FSH (hormônio folículo estimulante) e LH (hormônio luteinizante). Ambos de maneira coordenada vão até os ovários estimulando – os a produzirem estrogênios e progesterona.
LEMBRETE: Estrogênio é uma classe de hormônio e não um hormônio.
Os estrogênios humanos são: estradiol, estriol e estrona.
Entenda o que ocorre no ciclo menstrual antes do climatério/menopausa:
Esses hormônios ditam inúmeras funções ao longo da vida:
  • Características femininas ao corpo como cintura menor que o quadril (corpo em violão), voz fina, seios e pele aveludada.
  • Desenvolvimento de órgãos sexuais internos e externos ex. útero, trompas e vagina.
  • Ciclos menstruais/ovulação, permitindo as mulheres essa dádiva da vida chamada gestação.
  • Formação de tecido ósseo.
  • Aumentam o metabolismo.
  • Aumentam o depósito de proteínas favorecendo o ganho de massa magra.
  • Depósito de gorduras em locais como glúteos, mamas e coxas o que muitas vezes caracteriza um corpo feminino.
  • Proteção cardiovascular.
Sistema reprodutor feminino:
SINTOMAS DO CLIMATÉRIO:
  • Alterações no sono
  • Ondas de calor – FOGACHOS
  • Flacidez mamária
  • Cansaço
  • Dor durante o ato sexual – dispareunia
  • Alterações psíquicas como tristeza e ansiedade
  • Aumento de peso
  • Diminuição do desejo sexual
  • Diminuição da vaidade e da auto-estima
  • Queda importante na qualidade de vida
DOENÇAS DA MENOPAUSA LIGADAS A DIMINUIÇÃO DOS ESTROGÊNIOS
  • Osteoporose
  • Hipertensão arterial
  • Resistência a insulina – Diabetes Melitus
  • Obesidade
  • Cardiopatias
  • Alzheimer
  • Dislipidemia – aumento de colesterol ruim, LDL, e diminuição do bom colesterol, HDL.
  • Depressão e outros transtornos psíquicos
  • Tromboses
  • Câncer
Mecanismo de proteção cardiovascular:
  • Aumenta o oxido nítrico
  • Aumenta PGI2
  • Reduz a endotelina
  • Reduz tromboxano A2
  • Reduz a atividade plaquetária
  • Reduz citocinas pró inflamatórias
  • Diminui a resistência a insulina
  • Pode exercer efeito hipotensor

Entenda porquê existe essa associação entre terapia de reposição hormonal na menopausa e câncer de mama e tire suas próprias conclusões:

Em 1994, um estudo conduzido pelo National Institutes of Health chamado Women’s Health Initiative (WHI) teve inicio com o objetivo de demonstrar que Premarin (R) e Provera (R) poderiam além de melhorar os sintomas da menopausa, poderiam proteger as mulheres de problemas cardiovasculares, osteoporose e câncer.
Este estudo estigmatizou a terapia de reposição hormonal em mulheres, pois neste estudo as participantes tiveram:
  • Aumento de 26 % na incidência de câncer de mama.
  • Aumento de 41% de AVC.
  • Aumento de 22% de doenças coronarianas.
Apesar disto o estudo teve alguns pontos positivos:
  • Diminuição de 37 % de câncer de colon.
  • Redução de 33% de fratura de quadril.
  • Redução de 24 % em incidência geral de fraturas.
Por ignorância ou por simplesmente desconhecer a fisiologia humana os idealizadores do citado estudo citado utilizaram hormônios retirados de urina de égua prenha (ainda utilizados nos dias de hoje) com o nome fantasia de:
PREMARIN(R) = PREgnant, MARe, uriNE, o qual é composto de 38 estrógenos conjugados dos quais só se conhece a ação de cinco:
  • Estrona (tem ação cancerígena)
  • Sulfato de equilina em sódica (inexiste em humanos)
  • 17 alfa dihidroequilina ( inexiste em humanos)
  • 17 alfa estradiol ( inexiste em humanos)
  • 17 beta dihidroequilina ( inexiste em humanos)
Outro hormônio utilizado foi o progestogênio acetato de medroxiprogesterona (PROVERA(R)): é diferente de progesterona; tem ação anti progesterona
Entenda melhor:
Atualmente a distinção entre progesterona bioidêntica/natural e a forma sintética Progestogênio (acetato de medroxiprogesterona) ainda se mantém bastante polêmica e não compreendida. Progesterona é utilizada por especialistas em fertilização para proteger a gestação, enquanto medroxyprogesterone (Provera (R)) é utilizado em pílulas do dia seguinte e anticoncepcionais para IMPEDIR a gestação. PORTANTO, SUAS AÇÕES SÃO COMPLETAMENTE DIFERENTES.
UM ADENDO AO CONHECIMENTO – 1:
O acetato de medroxiprogesterona, progestágeno mais utilizado na THM (terapia de reposição hormonal) durante muitos anos, tem ação glicocorticóide, promovendo retenção hídrica e ganho de peso além ANTAGONIZAR os benefícios cardiovasculares dos estrogênios. Foi o progestágeno utilizado nos grandes estudos prospectivos sobre THM, que mostraram aumento na incidência de coronariopatia, de acidente vascular cerebral, de tromboembolismo venoso, e câncer de mama no grupo em uso de reposição hormonal
TEXTO RETIRADO DO LIVRO ENDOCRINOLOGIA CLÍNICA – QUARTA EDIÇÃO – LÚCIO VILAR página 575 –
VOLTANDO,
Além disso, o estudo foi feito com mulheres que já tinham anos de menopausa. Neste período tais mulheres ficam apenas sob ação da ESTRONA que é produzida na supra-renal e tem ação cancerígena.
Antes da menopausa o estradiol, o estriol e a progesterona produzidos pelos ovários protegem as mamas contra a ação de estrona
Não é para menos que tivemos um aumento de câncer de mama. Aliás, acho que ficaria surpreso se não acontecesse nada.
CONCLUSÕES SOBRE OS ERROS METODOLÓGICOS QUE ESTIGMATIZARAM A TERAPIA DE REPOSIÇÀO HORMONAL EM MULHERES:
  1. Estrógeno errado
  2. Progesterona errada
  3. Via errada
  4. Mulheres erradas
A terapia de reposição hormonal para tratar os sintomas e doenças da menopausa é uma questão bastante polêmica que pode, muitas vezes por falta de compreensão, impedir que pacientes recebam tratamentos seguros e eficazes. Após o término do WHI, de um dia para outro os médicos tiraram essas medicações de milhões de mulheres .Muitas começaram a se sentir muito mal com a retirada abrupta das medicações, porém os médicos foram taxativos e passaram a prescrever anticoncepcionais e antidepressivos.
Um ano após o ocorrido, o American College of Obstetrics and Gynecology criou guidelines orientando os médicos a prescreverem as mesmas drogas, porém em doses mais baixas e por períodos mais curtos. Porém, e essa é a grande questão, a segurança dessa “opção de baixa dose” NUNCA foi comprovada cientificamente.
Enquanto isso muitos médicos ignoraram os efeitos do ESTRADIOL e da PROGESTERONA “bioidêntica”, que é formulada para ser idêntica a molécula produzida pelo corpo humano.
Há 25 anos se iniciaram as pesquisas cientificas nos EUA e Europa que demonstram que hormônios bioidenticos, estradiol e progesterona micronizada, são iguais ou mais eficazes que os sintéticos e mais seguros. Porém, a medicina tradicional “enfiou” a cabeça debaixo da terra e recusa reconhecer esses estudos seriamente. Enquanto na Europa os hormônios bioidênticos são usados há muito tempo, nos Estados Unidos apenas em 1998 algumas empresas farmacêuticas receberam aprovação do FDA. Infelizmente as empresas farmacêuticas controlam ainda o que é passado para os médicos que em sua maioria nunca aprenderam sobre hormônios bioidênticos.
A classe médica deveria parar de atender os desejos da indústria farmacêutica e começar a atender com mais prioridade os interesses das suas pacientes, e isso envolve prescrever hormônios bioidênticos, pois isso irá levar a mulheres mais saudáveis, felizes e no longo prazo irá diminuir os custos com saúde.

Tanto os estrogênios sintéticos como os naturais tem se mostrado eficazes nas preservação da massa óssea e na melhora da sintomatologia. Entretanto, na terapia de reposição hormonal do climatério e na menopausa os naturais são mais indicados ( Lindsay ET AL .,1997)”*

*TEXTO RETIRADO DO LIVRO – ENDOCRINOLOGIA- GUIAS DE MEDICINA AMBULATORIAL E HOSPITALAR DA UNIFESP – EPM – PRIMEIRA EDIÇÃO – 2009

Modo de usar os hormônios bioidênticos ovarianos:

  • Creme ou gel de absorção transdérmica ( pele pele ) contendo estradiol e estriol nas proporções adequadas.
  • Creme ou gel de absorção transdérmica ( pele pele ) ou capsula pela via oral contendo progesterona.
Por que preferimos a via transdérmica?
Hormônios ovarianos por via oral :
  1. Aumentam a pressão arterial já que aumentam o angiotensinogenio.
  2. Aumentam os triglicérides pela passagem hepática.
  3. Aumentam a estrona – hormônio cancerígeno.
  4. Reduzem os níveis de testosterona endógena.
  5. Aumentam o risco de trombose pela primeira passagem hepática já que diminui antitrombina 3.
  6. Causam toxidade hepática.
  7. Tem pouca ou nenhuma similaridade fisiológica.
  8. Elevada flutuação sanguínea.
  9. Reduz os níveis de serotonina e triptofano, substancias relacionadas ao prazer e bem estar.
  10. 10- Aumenta o risco de cálculo ne vesícula

QUEM SÃO OS VERDADEIROS VILÕES DO CÂNCER DE MAMA:

  • Xenoestrogênios: grupo com mais de 50 substancias químicas , que imitam as ações de estrógenos com alto alto tempo de retenção no organismo. Se ligam de forma ávida aos receptores estrogênicos impedindo a ligação do hormonio endógeno. Estão presentes em plásticos, cosméticos de beleza, carnes, peixes, frangos e pesticidas
  • Obesidade
  • Resistência a Insulina – glicação
  • Álcool em excesso
  • Anticoncepcionais hormonais por longos períodos
  • Submetilação – aumento de homocisteína
  • Inflamação crônica ou sub clínica
  • Tabagismo
  • Estilo de vida
  • Predisposição genética
  • Menopausa

“CONCLUINDOHORMÔNIO CERTO, NA DOSE CERTA, PELA VIA CERTA, NÃO CAUSA CÂNCER DE MAMA EM MULHERES, AO CONTRÁRIO, PREVINE.”

REFERÊNCIAS:

Hormonio bioidênticos Versus Não Idênticos:

Resultados clínicos demonstram que os hormônio biodênticos estão associados com riscos menores, incluindo o risco de câncer da mama e doenças cardiovasculares, e são mais eficazes do que não idênticos . Até ser encontrada alguma evidência contrária, os bioidênticos continuam sendo o método preferido na terapia de reposição hormonal . Mais estudos controlados e randomizados são necessários para delinear essas diferenças de forma mais clara.
The Bioidentical Hormone Debate: Are Bioidentical Hormones (Estradiol, Estriol, and Progesterone) Safer or More Efficacious than Commonly Used Synthetic Versions in Hormone Replacement Therapy?

1- Publicação do Jornal Europeu de Menopausa e Andropausa mostra que repor os hormônios naturais (bioidênticos) estradiol e progesterona pela pele na menopausa tem os seguinte benefícios:

• Não aumenta a chance de tromboses, ao contrário dos não bioidênticos

• Protege contra a hipertensão

• Protege os vasos do cérebro

• Não aumenta a chance de câncer de mama

http://www.maturitas.org/article/S0378-5122(08)00204-1/abstract

 

Resumo

A Terapia de Reposição Hormonal (TRH) em mulheres pós-menopáusicas jovens é uma ferramenta segura e eficaz para combater os sintomas do climatério e prevenir doenças degenerativas a longo prazo, tais como fraturas osteoporóticas, doenças cardiovasculares, diabetes mellitus e insuficiência possivelmente cognitiva. Os diferentes tipos de oferta de TRH são comparáveis na eficácia em controlar os sintomas; no entanto, a seleção de compostos específicos, doses ou vias de administração por peritos, pode proporcionar vantagens clínicas significativas. Este artigo analisa o papel da via não oral de administração de esteroides sexuais no manejo clínico das mulheres na pós-menopausa. A administração por via não oral dos estrogênios minimiza a indução hepática de fatores de coagulação e de outras proteínas associadas com o efeito de primeira passagem, e estão associados com potenciais vantagens sobre o sistema cardiovascular. Em particular, o risco de desenvolvimento de trombose venosa profunda ou tromboembolismo pulmonar é negligenciável em comparação com o que se relaciona com estrogênios orais. Além disso, as indicações recentes sugerem vantagens potenciais para controle da pressão arterial com estrogênios não orais. Na mesma medida, uma literatura crescente sugere que as progestinas usadas em associação com estrogênios podem não ser equivalentes. Evidências recentes, de fato mostram que a progesterona natural exibe uma ação favorável sobre os vasos e no cérebro, enquanto isso pode não ser verdade para algumas progestinas sintéticas. Indicações convincentes de que também existem diferenças podem também estar presentes para o risco de desenvolver câncer de mama, com estudos recentes indicam que a associação de progesterona natural com estrogênios confere menor ou mesmo nenhum risco de câncer de mama, em oposição ao uso de outras progestinas sintéticas. Em conclusão, enquanto todos os tipos de terapias de substituição hormonal são seguros e eficazes e conferem benefícios significativos a longo prazo quando iniciado em jovens mulheres pós-menopáusicas, em situações clínicas específicas a escolha da via de administração transdérmica de estrogênios e a utilização de progesterona natural podem oferecer benefícios significativos e maior segurança.

 

 

2 – Conclui-se que a terapia de reposição de estrogênio fisiológico (natural – bioidêntico), com ou sem progesterona adicionada, inibe a progressão da aterosclerose em macacas ovariectomizadas (sem ovários) . Isto pode explicar o porque dos resultados da terapia de reposição de estrogênio na redução do risco de doença coronária em mulheres pós-menopáusicas.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/2244855

Resumo

Embora polêmica continue, a preponderância de evidências indica que a terapia de reposição de estrogênio influencia favoravelmente o risco de doença cardíaca coronariana em mulheres pós-menopáusicas. Permanece incerto como este efeito é mediado e se a adição cíclica de uma progestina pode influenciar negativamente o efeito cardioprotetor relacionado com estrogênio. Nós investigamos a influência da terapia de reposição de hormônios sexuais sobre a aterosclerose coronária induzida por dieta, em fêmeas adultas de macacos cinomolgos estrogênio deficiente (ovariectomizadas). As macacas foram distribuídas aleatoriamente a um dos três grupos de tratamento: 1) nenhuma substituição hormonal (n = 17), 2) administradas continuamente de estradiol 17-beta e progesterona administrados ciclicamente (n = 20), e 3) administrados continuamente de estradiol 17-beta (n = 18). Os padrões fisiológicos de estradiol plasmático e concentrações de progesterona foram mantidos pela administração de implantes subcutâneos de Silastic (hormônio no de libertação prolongada). O experimento teve duração de 30 meses. Na necropsia, aterosclerose da artéria coronária foi inibida da mesma forma (reduzida em cerca de metade) em animais em ambos os grupos de substituição hormonal (p menor ou igual a 0,05). O efeito antiaterogênico da reposição hormonal era independente da variação dos níveis de colesterol total do plasma, e das concentrações da apoproteína A- 1 e B, da heterogeneidade da sub-fração HDL, e do peso molecular da lipoproteína de baixa densidade (LDL). Conclui-se que a terapia de reposição de estrogênio fisiológico com ou sem progesterona adicionado inibe a progressão da aterosclerose em macacas ovariectomizadas. Isto pode explicar porque a terapia de reposição de estrogênio resulta na redução do risco de doença cardíaca coronariana em mulheres pós-menopáusicas.

 

 

3 – Terapia de reposição hormonal melhora a função muscular em mulheres na menopausa

http://jp.physoc.org/content/early/2013/02/28/jphysiol.2012.250092.abstract

Resumo

O envelhecimento é associado a um declínio da massa muscular e força levando ao aumento da dependência física na velhice. As mulheres na pós-menopausa experimentam um declínio maior do que os homens da mesma idade, em paralelo com a diminuição da produção de hormônios esteroides sexuais femininos. Foram recrutados seis pares de gêmeas homozigotas (55-59 anos de idade), onde apenas um par de gêmeas estava em terapia de reposição hormonal (TRH = 7,8 ± 4,3 anos) para investigar a associação da TRH com o volume citoplasmático apoiado por mionúcleos individuais (tamanho do domínio mionuclear, MND), juntamente com a força específica no nível de fibra única. A TRH foi associada com uma significativa redução (~ 27%, p <0,05) do tamanho médio (MND) em fibras musculares que expressam a cadeia I, mas não a isoforma de cadeia pesada da miosina IIa (MyHC). Em comparação com as não-usuárias, maior força específica foi registrada em usuárias de TRH, tanto nas fibras musculares expressando tipo I (~ 27%, p <0,05) e isoforma MyHC tipo IIa (~ 23%, p <0,05). Essas diferenças foram dependentes do tipo fibra, ou seja, a força superior específica nas fibras musculares de contração rápida foram causadas principalmente pela maior força por ponte cruzada, enquanto as fibras de contração lenta invocaram tanto um maior número de pontes cruzadas e força por ponte cruzada. A TRH não teve nenhum efeito sobre a área de secção transversa da fibra (AST), a velocidade de encurtamento sem carga (V0) e proporção relativa das isoformas de MyHC. Em conclusão, a HRT parece ter efeitos positivos significativos tanto na regulação da contração muscular quanto na organização dos mionúcleos em mulheres na pós-menopausa.

 

 

4 – Reposição de DHEA melhora função sexual na pós-menopausa

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21942655

Resumo

O desejo sexual é afetado por fatores endócrino e psicossociais. Alterações hormonais da menopausa são relevantes para as causas da disfunção sexual durante o envelhecimento reprodutivo. Para avaliar os efeitos de diferentes tipos de terapia hormonal de reposição hormonal (TRH) sobre a função sexual, frequência de relações sexuais, e qualidade de relacionamento em mulheres com pós-menopausa precoce. Foram recrutadas 48 mulheres pós-menopáusicas saudáveis com idade entre 50-60 anos (54,5 ± 3,3 anos de idade média). As mulheres com sintomas climatéricos foram uniformemente distribuídas aleatoriamente em três grupos que receberam tanto a dehidroepiandrosterona (DHEA 10 mg) por dia, ou de estradiol oral diária (1 mg) mais dihydrogesterone (5 mg), ou tibolona diária oral (2,5 mg) durante 12 meses. As mulheres que se recusaram a terapia hormonal por via oral foram tratadas com vitamina D (400 UI). A eficácia foi avaliada usando o questionário McCoy de Sexualidade Feminina antes do tratamento e após 12 meses. Nós avaliamos o perfil hormonal antes do tratamento e após 3, 6 e 12 meses. Os grupos que receberam DHEA ou TRH relataram uma melhora significativa na função sexual em relação ao basal (p <0,001 e p <0,01, respectivamente), utilizando a pontuação total McCoy. A qualidade da relação foi semelhante no início e após 3, 6 e 12 meses de tratamento. Houve aumentos significativos no número de episódios de relações sexuais nas 4 semanas anteriores em mulheres tratadas com DHEA, o HRT e tibolona em comparação com o valor basal (p <0,01, p <0,05, p <0,01, respectivamente). Não houve alteração de McCoy pontuação ocorreu em mulheres que receberam vitamina D. A terapia oral diária de DHEA na dose de 10 mg, TRH e tibolona todas proporcionaram uma melhora significativa em comparação com a vitamina D na função sexual e na frequência das relações sexuais em mulheres na pós-menopausa precoces.

 

 

5 – Estradiol pode diminuir chance de progressão do câncer de mama

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24002591

Resumo

Os estrogênios geralmente estimulam a progressão do câncer de mama receptor de estrogênio (ER)-positivo. Paradoxalmente, doses elevadas de estrogênios suprimem o crescimento dos tumores em certas circunstâncias. Prospectivamente examinaram a eficácia e a segurança do tratamento de etinilestradiol (3 mg por dia por via oral) em pacientes na pós-menopausa com câncer de mama avançado ou recorrente ER-positivo que havia recebido anteriormente terapias endócrinas, especialmente aqueles com resistência a inibidores da aromatase. Dezoito pacientes foram incluídos com a idade média de 63 anos e o tempo médio de observação de 9,2 meses. Três casos retiraram-se dentro de 1 semana devido a reações ao estrogênio como fogacho com náuseas, fadiga e dor músculo-esquelética. A taxa de resposta foi de 50% (9 em 18), e da taxa de benefício clínico foi de 56% (10 de 18). A doença estável (<6 meses) foi 17% (3 em 18) e outros dois casos foram julgados como doença progressiva. Falha no tempo de tratamento foi uma mediana de 5,6 meses (intervalo 0,1-14,5 (+)). Apesar de o sangramento vaginal ou espessamento do endométrio ter sido observado em pacientes que receberam tratamento a longo prazo, não houve eventos adversos graves, como trombose venosa profunda ou outras doenças malignas. Embora o mecanismo deste tratamento não seja totalmente compreendido, os nossos dados podem contribuir para mudar a visão comum de terapia endócrina no estágio final.

 

 

6- Vitamina B6 pode prevenir osteoporose na menopausa

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23238962

Resumo

Este estudo de coorte prospectivo que exaustivamente examinou os efeitos de diferentes vitaminas B em uma população asiática mostrou uma relação inversa entre a ingestão dietética de piridoxina e o risco de fratura de quadril em mulheres idosas. Estes resultados sugerem que a manutenção ingestão suficiente de piridoxina pode ser benéfica na preservação da saúde óssea em mulheres na pós-menopausa. Vitaminas B foram recentemente investigadas quanto aos seus possíveis papéis na manutenção da saúde dos ossos. A incidência de fratura de quadril por osteoporose tem vindo a aumentar na Ásia, mas os dados epidemiológicos sobre dieta vitaminas B e risco de fraturas osteoporóticas são escassos. Nosso objetivo foi examinar a associação entre a ingestão dietética de vitaminas do complexo B (tiamina, riboflavina, niacina, piridoxina, ácido fólico e cobalamina) e risco de fratura do quadril entre os chineses idosos, em Cingapura. O presente estudo foi realizado no Estudo de Saúde chinês Cingapura, que é um estudo prospectivo de coorte de base populacional que envolveu um total de 63.257 homens e mulheres com idade entre 45-74 anos, entre 1993 e 1998. Ingestão dietética de vitaminas B foi derivada de um validado questionário de frequência alimentar e Banco de Dados de composição dos alimentos de Cingapura. Após um período médio de acompanhamento de 13,8 anos, foram identificados 1.630 casos incidentes de quadril fratura. A relação inversa estatisticamente significativa entre a ingestão dietética de piridoxina e risco de fratura do quadril foi observada entre as mulheres (P = 0,002), mas não entre os homens. Em comparação com as mulheres na menor ingestão quartil (0,37-0,61 mg / 1.000 kcal / dia), as mulheres em maior ingestão quartil (0,78-1,76 mg / 1.000 kcal / dia) tiveram uma redução de 22% no risco de fratura de quadril. Ingestão dietética de outras vitaminas B de interesse não foram relacionados ao risco de fratura de quadril. Nossos resultados sugerem que a manutenção de ingestão adequada de piridoxina pode prevenir fraturas osteoporóticas em mulheres idosas.

 

 

7 – Estrogênio melhoram massa muscular, óssea e tecido conjuntivo

http://jap.physiology.org/content/115/5/569.abstract

Resumo

Há um crescente corpo de informações apoiando os efeitos benéficos do estrogênio e a terapia à base do hormônio estrogênio (HT) na manutenção e aumento da massa muscular, força e tecido conjuntivo. Estes efeitos são também evidentes na recuperação avançada de atrofia muscular ou danos e tem implicações significativas em particular para a saúde muscular de mulheres pós-menopáusicas. Evidências sugerem que a HT também irá ajudar a manter ou aumentar a massa muscular, melhorar a recuperação muscular pós-atrofia, e aumentar a força muscular em mulheres idosas. Isto é importante porque, nesta população, em especial, está em risco para um rápido início de fragilidade. Os benefícios potenciais de estrogênio e HT em relação à função muscular esquelética e composição combinada com outras melhorias para a saúde associados à redução do risco de eventos cardiovasculares, mortalidade geral e disfunção metabólica, bem como um reforço da cognição e osso acumular saúde em um forte argumento para consideração mais ampla e prolongada do HT se proximal começou a menopausa início na maioria das mulheres. Relatórios anteriores de aumento de riscos para a saúde com o uso de HT em mulheres pós-menopáusicas levou a um declínio no uso HT. No entanto, a reavaliação recente sobre os efeitos na saúde da HT indica uma falta geral de riscos e uma série de benefícios para a saúde significativos de uso HT quando iniciadas no início da menopausa. Apesar de mais pesquisas ainda são necessárias para delinear completamente seus mecanismos de ação, o uso geral de HT por mulheres na pós-menopausa, para melhorar a massa muscular e força, bem como a saúde em geral, com a iniciação, logo após o início da menopausa devem ser considerados.

 

 

8 – Estudo sugere alterações relacionadas aos hormônios sexuais endógenos na menopausa, como um possível mecanismo de ação para explicar a maior limitação no funcionamento físico relatada em mulheres na meia-idade.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24465026

Resumo

Para avaliar as associações longitudinais entre estado de menopausa, as mudanças hormonais relacionadas e nível de funcionamento físico auto-relatados. Estudo incluiu 2.495 mulheres (idade: 45-57 entre 2000 e 2001) do Estudo de Saúde das Mulheres em todo o país. Escala funcionamento físico do Medical Outcomes Study Short-Form (SF-36; marcar 0-100) foi categorizada como: nenhuma limitação (86-100), limitação moderada (51-85), e limitação substancial (0-50). As variáveis do estudo foram coletados entre 2000 (visite-04) e 2011 (visita-12) em cinco momentos. Os modelos estatísticos foram ajustados para idade na visita-04, tempo de visita-04, etnia, local, status econômico, o nível ea mudança no índice de massa corporal, nível e mudança na atividade física e presença de comorbidades. Nos modelos finais, as mulheres na pós-menopausa naturais e cirúrgicos têm chances significativamente maiores de limitação funcional, em comparação com as mulheres na pré-menopausa. Menos redução de estradiol e testosterona desde a visita-04 foram significativamente associados à menor chance de limitação funcional, enquanto que aumento maior no sexo globulina de ligação do hormônio foi associada com maiores chances de limitação funcional. Nossos resultados sugerem que as alterações relacionadas com a menopausa em hormônios sexuais endógenos como um possível mecanismo de ação para explicar a maior limitação no funcionamento físico relatada em mulheres na meia-idade.

 

 

9 – Estudos revelam evidências significativas do papel neuroprotetor do derivado do ovário 17β-estradiol (E2).

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24462786

Resumo

Uma vez que estudos científicos básicos na década de 1990 revelaram diferenças de gênero dramáticas em danos neurológicos de isquemia cerebral, evidências significativas acumulou para um papel neuroprotetor do derivado do ovário 17β-Estradiol (E2). Curiosamente, estudos observacionais têm sugerido, ainda, que a perda precoce e prolongado da E2 ovariana (menopausa precoce) leva a um risco de vida dobrou para a demência e um risco cinco vezes maior de mortalidade por doenças neurológicas, mas há controvérsias. Aqui, nós brevemente resumir e analisar estudos de coorte clínicos avaliando os resultados neurológicos negativos da menopausa prematura. Além disso, discutimos estudos de ciência básica atuais elucidar os mecanismos moleculares subjacentes ao risco aumentado de doença neurológica em mulheres na menopausa prematuramente ea “janela de oportunidade” para o benefício de estrogênio. Por fim, destacamos quatro questões críticas no campo que exigem colaboração entre cientistas e clínicos básicos para a resolução bem-sucedida, com o objetivo último de manter a saúde neurológica ótimo em mulheres na menopausa prematuramente.

 

 

10 – Estudos demonstram que a terapia hormonal adequada exerce efeitos profundos sobre várias partes da pele.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24455744

Resumo

A menopausa é um momento ponto-chave no processo de envelhecimento específica das mulheres. Ela representa uma evolução universal na vida. Sua iniciação é definido por uma amenorreia de 12 meses após o período menstrual final. Ela engloba uma série de diferentes características biológicas e fisiológicas. Este período de vida aparece para detectar um declínio em uma série de performances funcionais da pele iniciando atrofia do tecido, perda de viço, e enrugamento. Qualquer parte da pele é possivelmente alterada, incluindo a epiderme, derme, hipoderme, e folículos pilosos. Terapia de reposição hormonal (oral e não oral) e terapia com estrogênio transdérmico representam possíveis ações de gestão específicas para as mulheres que trabalham na fase do climatério. Todos os relatórios atuais indicam que o envelhecimento cronológico, a deficiência de estrogênio climatério, e terapia hormonal adequada exercem efeitos profundos sobre várias partes da pele.

 

 

11- Grandes Estudos Franceses mostram nenhum aumento do risco de câncer da mama para usuárias de hormônios bioidênticos

http://virginiahopkinstestkits.com/bioidenticalbreastcancer.html

Resumo

Mulheres que usam TRH sintética tiveram um risco aumentado de câncer de mama, enquanto as usuárias de hormônios bioidênticos tinham o mesmo risco de câncer de mama das mulheres que não tomam hormônios. Esta parte do estudo envolveu 54.548 mulheres pós-menopáusicas que não tinham tido qualquer tipo de TRH por pelo menos um ano antes de entrar no estudo. A idade média foi de 53, eo estudo durou quase 6 anos. Em comparação com mulheres que nunca tinham usado TRH, aqueles que usam estrogênio mais progestina sintética tinha um 40% o aumento do risco de câncer de mama, enquanto que aqueles que utilizam estradiol e progesterona (por exemplo bioidenticals) tinha 10% menor risco de câncer de mam

 

 

12 -Usar progesterona ( NATURAL) para ondas de calor é seguro para a saúde cardiovascular das mulheres

O tratamento com progesterona, um hormonia natural – a contrário dos progestágenos – que tem sido usado para aliviar as ondas de calor e suores noturnos graves em mulheres na pós-menopausa, não risco cardiovascular, de acordo com um novo estudo da Universidade de British Columbia e Vancouver Coastal Health.University of British Columbia. “Using progesterone for hot flashes shown safe for women’s cardiovascular health.” ScienceDaily. ScienceDaily, 15 January 2014. <www.sciencedaily.com/releases/2014/01/140115172832.htm>.

 

 

13 – Progesterona natural não aumenta a chance de cancer de mama quando adicionada a reposição com estradiol, ao contrário dos progestogênios

J Steroid Biochem Mol Biol. 2005 Jul;96(2):95-108.Progestins and progesterone in hormone replacement therapy and the risk of breast cancer. Campagnoli C1, Clavel-Chapelon F, Kaaks R, Peris C, Berrino F.

Outras:

1. Moskowitz, D. A comprehensive Review of the Safety and Efficacy of Bioidentical Hormones for the Management of Menopause and Related Health Risks. Alternative Medicine Review. Vol. 11, n 03, 2006.

2. Fugh-Berman A, Bythrow J. Bioidentical hormones for menopausal hormone therapy: variation on a theme. J Gen Intern Med. 2007 Jul;22(7):1030-4. Epub 2007 Mar 7.

3. Cirigliano M. Bioidentical hormone therapy: a review of the evidence. J Womens Health (Larchmt). 2007 Jun;16(5):600-31.

4. Holtorf K. The bioidentical hormone debate: are bioidentical hormones (estradiol, estriol, and progesterone) safer or more efficacious than commonly used synthetic versions in hormone replacement therapy? Postgrad Med. 2009 Jan;121(1):73-85.

5. Sônia Maria Garcia Vigeta; Ana Cristina Passarella Brêtas. A experiência da perimenopausa e pós-menopausa com mulheres que fazem uso ou não da terapia de reposição hormonal. Cad. Saúde Pública vol.20 no.6 Rio de Janeiro Nov./Dec. 2004. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-311X2004000600027

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7. Wright JV. Bio-identical steroid hormone replacement: selected observations from 23 years of clinical and laboratory practice. Ann N Y Acad Sci. 2005 Dec;1057:506-24.

8. Watt PJ, Hughes RB, Rettew LB, Adams R. A holistic programmatic approach to natural hormone replacement. Fam Community Health. 2003 Jan-Mar;26(1):53-63.

9. HARRISON, Tinsley Randolph (autor); FAUCI, Anthony S. (ed.). Medicina interna. 17. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2009. 2v., il. +. ISBN 9788577260492.

10 Moskowitz, D. A comprehensive Review of the Safety and Efficacy of Bioidentical Hormones for the Management of Menopause and Related Health Risks. Alternative Medicine Review. Vol. 11, n 03, 2006.

11. Fugh-Berman A, Bythrow J. Bioidentical hormones for menopausal hormone therapy: variation on a theme. J Gen Intern Med. 2007 Jul;22(7):1030-4. Epub 2007 Mar 7.

12. Cirigliano M. Bioidentical hormone therapy: a review of the evidence. J Womens Health (Larchmt). 2007 Jun;16(5):600-31.

13. GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. (John Edward) (co-aut.). Textbook of medical physiology. 11th ed. Philadelphia: Elsevier, 2006. 1016p., il. ISBN 9780721602400 (enc.).

14. CECIL, Russell L. (Russell La Fayette); BENNETT, J. Claude (co-aut.); PLUM, Fred (co-aut.). Tratado de medicina interna. 20. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c1997. 2v.

15. GUYtON, Arthur C.; HALL, John E. (John Edward) (co-aut.). Textbook of medical physiology. 11th ed. Philadelphia: Elsevier, 2006. 1016p., il. ISBN 9780721602400 (enc.).

16. Francisco L. Is bio-identical hormone therapy fact orfairy tale? Nurse Pract 2003;28:39.

17. Taylor M. Unconventional estrogens: Estriol, biest, and triest. Clin Obstet Gynecol 2001;44:864.

18. Holtorf K. The bioidentical hormone debate: are bioidentical hormones (estradiol, estriol, and progesterone) safer or more efficacious than commonly used synthetic versions in hormone replacement therapy? Postgrad Med. 2009 Jan;121(1):73-85.

19.Tratamento da Osteoporose Pós-Menopausa c- Maria Odette Ribeiro Leite Serviço de Endocrinologia, Unidade de Doenças Osteo Metabólicas e Laboratório de Investigação Médica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, SP

20 .Efeitos da Terapia de Reposição Hormonal em Pacientes Portadoras da Doença de Alzheimer Renata Matos Amâncio* Tatiana Oliveira Vieira* Teresa Raquel Embiruçu de Araújo* Vanessa Alves Costa* Verônica Franco de Castro Lima* Adelmir Machado** Túlio César Azevedo Alves***

21. Hormone Therapy and Skeletal Muscle Strength: A Meta-Analysis Sarah M. Greising1, Kristen A. Baltgalvis2, Dawn A. Lowe1 and Gordon L. Warren3


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